Marina Abramović desembarca no Sesc Pompeia: Terra Comunal

Principal expoente da arte de performance no mundo, Abramovic (Belgrado, Sérvia, 1946 – vive em Nova York) estará no Brasil entre os dias 11 de março e 10 de maio de 2015, no Sesc Pompeia, com a exposição “Terra Comunal – Marina Abramovic + MAI”, a maior retrospectiva já realizada na América do Sul.

No início de 2014, a artista esteve em São Paulo para conhecer o espaço projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi e logo gostou do que viu. “Quando cheguei no Sesc Pompeia estava chovendo. Sem ter um guarda-chuva, do carro, corri para dentro do prédio sem qualquer preparação para o que eu estava prestes a ver. Estávamos no meio da tarde e o espaço estava cheio de pessoas, crianças e famílias. Havia uma grande energia, já que todo mundo estava ocupado com coisas muito diferentes para fazer. Encontrei também uma área muito tranquila, as pessoas simplesmente lendo o jornal, estudando os livros, sentados conversando, olhando as exposições, crianças brincando com objetos… era um verdadeiro espaço de convivência. Uma fábrica de energia. E eu gostei imediatamente. Havia tipo um sentimento de democracia. Um rio atravessava o espaço. E havia uma lareira. Alguns cristais e pedras foram colocados em diferentes cantos, marcando pontos de energia. Este não é um espaço normal de exposição onde se exibe Arte como museus e centros culturais de arte contemporânea que você encontra na Europa e na América. Tudo neste espaço é diferente. E o diferente é que nele há uma espécie de redemoinho energético, cheio de curiosidade, inocência e simplicidade. Eu nunca trabalhei nesse tipo de espaço antes. E a primeira coisa na qual pensava era no que faria sentido eu fazer ali… Uma exposição convencional definitivamente não seria. A pior solução possível seria pendurar fotos e colocar esculturas no espaço. Então, o meu conceito agora, e que acredito ser a melhor solução possível, é mostrar a beleza do espaço sem construir paredes, pontes ou qualquer obstáculo que possa obstruir a visão. Eu gostaria de preservar a aparência de fábrica do espaço e destacar a energia humana visível nele. E o melhor título possível é: Terra Comunal”, conta Marina.

A primeira parte da exposição, Terra Comunal – Marina Abramovic, reúne três instalações de Abramovic: The House with the Ocean View (A Casa com Vista para o Mar), que traz a narração das ações da artista durante a performance de doze dias apresentada em  Nova York, em 2002; The Artist is Present (A Artista está Presente), com as duas cadeiras da exposição no MoMA, em Nova York, e projeções que mostram de um lado o público que participou da performance em 2010 e, do outro lado, Marina Abramovic olhando cada um deles; e a inédita 512 Hours (512 Horas), criada a partir da performance realizada na Serpentine Gallery, de Londres, no ano passado.

Com a curadoria de Jochen Volz e assistência de Catarina Duncan, esta primeira parte da exposição conta ainda com uma seleção de vídeos de performances históricas da artista e seus Objetos Transitórios, criados a partir das primeiras visitas de Abramovic ao Brasil, desde 1989, onde pesquisou minerais e pedras preciosas e suas influências no corpo humano.

A segunda parte do projeto, Terra Comunal – MAI (Marina Abramovic Institute), apresentará a maior experiência já aplicada das propostas do instituto em todo o mundo. O público poderá conhecer e participar do Método Abramovic, praticando uma série de atividades imersivas durante um período de duas horas, a fim de explorar as fronteiras da arte imaterial e das performances de longa duração. “Vivemos num mundo de constantes distrações. Os exercícios do Método permitem que as pessoas experimentem o tempo de estar com elas mesmas, a quietude e a ausência de necessidades. Isto possibilita ao participante absorver e apreciar melhor as performances de longa duração”, destaca a artista.

Oito artistas brasileiros – selecionados por Marina Abramovic e as curadoras Paula Garcia e Lynsey Peisinger – realizarão performances autorais de longa duração durante a exposição. São eles: Ayrson Heráclito (Transmutação da Carne), Fernando Ribeiro (O Datilógrafo), Grupo Empreza (Vesúvio), Maikon K (DNA do DAN), Marco Paulo Rolla (Preenchendo o Espaço), Maurício Ianês (O Vínculo), Rubiane Maia (O Jardim), além de Paula Garcia (Corpo Ruindo).

Em Terra Comunal – MAI, ainda há um espaço dedicado ao aprofundamento de pesquisa sobre performances e arte imaterial, denominado Space In Between (Espaço Entre), onde acontecerão palestras e atividades com artistas e convidados de diferentes áreas. Os encontros com Marina Abramovic no Teatro também integram a programação desta segunda parte do projeto.

Em breve, no Portal do Sesc em São Paulo, você poderá acessar um site com conteúdos exclusivos relacionados à exposição, além da programação completa e informações para participação.

 

Jiddu Krishnamurti Interviewed On Love, Sex & Pleasure.

http://www.youtube.com/watch?v=lIe5HOj50uQ

Publicado em 3 de mar de 2012

The Dawning of Identity—Experience Is Binding
A Zen master wrote that the ego projects an ego on which to work in
order to preserve its own primacy; i.e., so long as you are working at
fixing this ego, or altering it in some way, you are firmly protected
from looking in the mirror. All eyes are focused, so to speak, on ego2
while ego1 remains unnoticed.
Try this experiment. Close your eyes. Notice how you feel right
now—present in the body. Go ahead and feel the complete
sense of the
position of your body and any sense of comfort or lack of comfort. Now
notice the feeling of being your self—the feeling of having an identity.
Notice the sense of self-awareness that is present. This sense of self
surrounds all perception and experience. You are you. You feel—”I
am.” This sense of self is behind all thought. I want you to focus your
attention—not with worded thought—but with direct feeling of this
sense of being you.
Now there’s just one problem with this—and that is—that entire
sense-of-self, that whole feeling of being you, that lovable “I-ness” is NOT
going to survive death. You need to remind yourself of this because
you have it in your head that it is the body that’s not going to survive.
Where—pray tell—are you going to live without your body?
Since you don’t really believe this, if you are still focused keenly
on that sense of “you” being here “now,” ask yourself this question: From
where does this sense of self arise? Where were you before your birth?
Where will you be after your death?
Can you even put your finger on the essence of this sense-of-being
without placing it in a personal context? Can you separate awareness
from yourself without taking ownership of it?
This self-identity is not your real being. This sense of self is
the egocentric position that takes ownership of everything—even of
awareness. Do not mistake the two as the same. That personal identity
is impermanent. Only the impersonal awareness that powers it is
permanent. The self you feel yourself to be right now is impermanent.
It is entirely dependent upon an impersonal awareness. Do not invert
reality. That identity felt as the sense-of-self does not possess awareness.
Awareness
is entirely independent of it. When you hold to the notion
that you possess awareness, you cannot imagine awareness absent
your personal identity

A ARTE DA GUERRA ou DA VIDA

Querida Juju – Maria Júlia,

O olho vê,

a lembrança revê,

A imaginação transvê

É preciso transver o mundo”

(Manoel de Barros)

A leitura do mundo precede a leitura da palavra”,  (Paulo Freire)

Olhar apenas para uma coisa não nos diz nada, cada olhar leva a uma inspeção, cada inspeção a uma reflexão, cada reflexão a uma síntese, então podemos dizer que em cada olhar atento ao mundo, ja estamos teorizando”, (Goethe)

Este livro, “A Arte da Guerra”, que pode ser também, a arte da vida, pois a vida é uma guerra diária, trás junto um simbolismo da importância cultural da civilização milenar chinesa, na qual a civilização da Grécia nos deixou registrado sua importância, escreveu Herodotus, há 2500 anos: “O Oriente é o berço de toda civilização e toda sabedoria”.

O ato da leitura, numa perspectiva da evolução humana, é recente em nossa história, enquanto quase todas as pessoas no mundo dominam a capacidade de falar, pois é uma evolução de mais de 100 mil anos, não são todos que dominam a capacidade de ler, uma evolução mais recente, dos últimos dois ou trem mil anos.

Um provérbio chinês simboliza essa imagem, essa mensagem, “é melhor viajar dez mil quilômetros do que ler dez mil livros.

O ato e a jornada solitária de ler, não é somente o que lemos nas palavras escritas, mas o que se passa entre o ato da leitura e a nossa mente, o nosso imaginário lendo e traduzindo para nossa realidade presente, para o momento de sua vida.

Tenho comigo que as frases de Manoel de Barros, Paulo Freire e Goethe acima, mostra de forma brilhante essa ideia, pois lemos de tudo no mundo, o olhar, as palavras, os gestos, as imagens e tudo o mais que se vê, que se imagina, que se toca, que se tem experiência.

Creio que não existe um mundo, mas vários, como diz o poeta Manuel de Barros em seu “idioleto manuelez” (O LIVRO DAS IGNORÃÇAS/ Doc.: SÓ DEZ POR CENTO É MENTIRA), (…) “todos os caminhos levam a ignorância,..,[…] poesia não é para compreender, poesia é para incorporar”. Continua o poeta, quem descreve copiando os outros não é dono do assunto, mas quem cria e inventa é, será eternamente o dono dele, portanto, desvende os mundos que cruzar pela sua vida, descubra-os, crie e invente o seu mundo de harmonia e felicidades.

Pode-se dizer, que este livro esta dentre aqueles especiais, como Goethe, Manuel de barros, Paulo Freire e muitos outros, para aprender e desaprender várias leituras de vida ao longa de sua jornada, para você  ver e transver o mundo, assim desejo a você.

Boa leitura, de livros e de mundos.

Beijos no coração,

A Arte da Guerra

Da introdução no FB:

Caros amigos,
Um livro para a Juju – Maria Julia Ferraz – que é filho dos meus amigos,Neilor Pedroso– my brother- e Mara Ferraz Pedroso, uma jovem menina moça, e já nas aulinhas de alemão, ela acha o inglês fácil, fácil.
A minha geração de jogar bolinha de gude e roubar manga no fundo do quintal, é bem diferente, mas muito diferente da nova geração digital, e a velocidade e aceleração de mudança do novo mundo digital está apenas começando, a verdade é que não fazemos ideia das mudanças que estão por vir.
Fiz uma dedicatória do livro para Juju, e gostaria de dividir com os amigos, como os filhos dos amigos, Vitória Ferraz, Lais Borges, Sophia Borges,Matheus Andreus, Vitor Dassan, Maine Dassan, Naara, …..,
com os meus sobrinhos, Guilherme Bosso, Murilo Bosso, Rafael Bosso, Lais Belussi e todos os jovens da geração digital. A dedicatória não é grande, mas creio também não é pequena para a orelha do livro, por isso vai na orelha digital, pois o livro ela vai receber só amanhã.

Simon Sinek: How great leaders inspire action

Simon Sinek has a simple but powerful model for inspirational leadership all starting with a golden circle and the question “Why?” His examples include Apple, Martin Luther King, and the Wright brothers … (Filmed at TEDxPugetSound.)

Filmed September 2009 at TEDxPuget Sound

Bilhete, Ivan Lins e Vitor Martins

Facebook do Ivan Lins:

Amigos,

“Bilhete” foi composta em dezembro de 1979, em Teresópolis, em nossa ex-casa, no Ingá.
Eu e meu letrista e amigo Vitor já estávamos tentando fazer uma canção fazia dias e nada.
O clima começou a ficar desagradável. Começamos a nos estranhar.
Eis que nossa empregada, Dona Carmelita, reparando a situação, veio a nós e nos recomendou uma rezadeira que ela conhecia, chamada (pasmem) Madalena.
Fomos lá. Era numa pequena favela (hoje grande), no Caxangá. Subimos e chegamos à casinha dela. Dona Madalena era uma senhora branca, tipo nórdica, cabelos desgrenhados e simpática. Dona Carmelita explicou a ela que nós precisávamos de uns passes.
Aí ela foi para um canto e se concentrou e de repente estremeceu toda e recebeu uma entidade. Pegou um caderno e começou a escrever rabiscos nervosos, páginas e páginas, numa velocidade incrível, quando acabou, voltou para o canto, estremeceu de novo e voltou ao que era, e passou a traduzir a rabiscada toda: MAL OLHADO, INVEJA BRABA.
Virou-se para Vitor e disse pra ele acender uma vela numa pedra na beira de um rio e dedicar a uma entidade tal. Virou-se para mim também e disse para eu acender uma vela num descampado e dedicar a uma outra entidade. Já eram umas 20h da noite. Saímos de lá e Vitor logo achou o rio e acendeu a sua vela. Demorei a achar um descampado. Peguei minha vela, acendi e vi que não tinha pavio. Saímos atrás de outra vela, era domingo, tudo fechado. Acabei ganhando uma vela numa padaria.
Voltei ao descampado e acendi, dedicando a tal entidade. Voltamos para casa.
Dia seguinte, à tarde, minha sobrinha Heliane atende a um telefonema e vem me chamar dizendo que era um tal de Bíblia ou coisa parecida. Atendi e era o Quincy Jones, dizendo maravilhas de minhas músicas e nos convidando para Los Angeles, para saber o que ele estava preparando para nossas canções.
Minha carreira internacional começou ali.
Claro que no dia seguinte já estávamos inspiradíssimos e a primeira que saiu foi “Bilhete”.
Fiquei meio assustado com o tema, dizendo pra mim mesmo que nunca gostaria de cantar aquilo.
A inspiração não ficou só nisso. Fizemos mais umas 3 canções, entre elas “Atrevida”, que Simone e Isabella Taviani gravaram.
Canções femininas. Acho que a entidade do Vitor era uma mulher.
Gravei “Bilhete” no disco “Novo Tempo” de 1980. Ano seguinte Fafá de Belém grava e estoura a música nas paradas, com um arranjo belíssimo de César Camargo Mariano.
Dois anos depois ganhei meu “Bilhete”. O que eu temia aconteceu.
Fazer o quê?
Beijos,

Ivan

 

Bilhete – Ivan Lins & Zizi Possi:

 https://www.youtube.com/watch?v=k6U2lf_Jiig

‘Boyhood’, o filme de 11 anos

Carta Capital – Cultura – Cinema
‘Boyhood’, o filme de 11 anos
Vencedor do Festival de Berlim, diretor Richard Linklater filmou o crescimento de um ator dos 5 aos 18 anos para ilustrar a trajetória da infância à juventude
por Orlando Margarido — publicado 10/11/2014 05:29

O americano Richard Linklater é um diretor de expedientes incomuns. Se usa a animação, o faz numa técnica diretamente sobre os atores, como em Waking Life (2001). Se investiga como seria o relacionamento amoroso, e trivial, entre um homem e uma mulher por décadas, leva a questão a sério e dilata o tempo na mesma medida.

Sua trilogia das fases de vida do casal começa em 1995 com Antes do Amanhecer e termina com Antes da Meia-Noite, realizado no ano passado, sempre com a mesma dupla de atores. Como se deveria supor, então, o também difícil crescimento e maturidade de um rapaz? A resposta vem prodigiosa em Boyhood, projeto que garantiu a Linklater o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano, como Melhor Diretor.

Para compor a trajetória do protagonista Mason da infância à juventude, Linklater fez o impensável numa indústria movida a prazos e orçamentos. Filmou Ellar Coltrane dos 5 aos 18 anos a fim de acompanhar descobertas e percalços relativos às idades. “Foram 39 dias de filmagem em uma produção de 4.200 dias, de julho de 2002 a outubro de 2013”, contou.

O feito não se esgota no recurso técnico. Amplia-se a um contexto dramático e mesmo social na medida em que esboça uma cultura texana de onde provém o realizador. Assim, do trauma dos pais separados (Patricia Arquette e Ethan Hawke), vemos Mason evoluir na busca de um rumo, nas dúvidas e aflições significativas para ele, mas naturais a todos. Pelo viés inesperado do formato, Linklater tornou o quadro mais sincero e cativante.

Boyhood: Da Infância à Juventude – Trailer Legendado

The Cloud Mystery Program

The Cloud Mystery

http://thecloudmystery.com/The_Cloud_Mystery/Home.html

(Duration: 52 minutes, Language: English)

Our clouds take their orders from the stars,” says the Danish scientist Henrik Svensmark. That’s the amazing and provocative discovery reported here. Most experts thought the idea was crazy.
 

The film records ten years of effort by the small team in Copenhagen that, in the end, solved the mystery of how the Galaxy and the Sun interfere in our everyday weather.

It’s provocative because Dr Svensmark’s revelations challenge the belief of most climate theorists that carbon dioxide has been the main driver of global warming. As a result he has faced never-ending opposition.

But strong support for the cosmic view of climate change comes from astronomer Nir Shaviv and geologist Jan Veizer. In the film they tell how the Galaxy has governed the Earth’s ever-changing climate over 500 million years.


The Cloud Mystery is aimed at a wide audience. Astonishing pictures from our Galaxy, the Sun, and cloud formations are mixed with spectacular animations to simplify the science. Comments by astronomers, geologists and climate experts convey their sense of adventure, and give scientific weight to the discoveries presented. The audience is taken on a trip around the world, where scientists from Denmark, Israel, Canada, the USA, and Norway contribute to this exciting story.

Linking all the discoveries is the non-stop rain of cosmic rays – energetic particles from exploded stars that battle with the Sun’s magnetic field to reach the Earth. Central in the story is an experiment in a Copenhagen basement. It showed how cosmic rays help to make chemical specks in the air on which water drops condense to make clouds.

The story concludes that clouds are the main driver of climate change on Earth.

The documentary follows Henrik Svensmark in his struggle to find the physical evidence of a celestial climate driver. The film demonstrates that science can be a rough place to be if you are in opposition to the established “truth”.

Lars Oxfeldt Mortensen has produced and directed a number of international acclaimed documentaries. He is the winner of numerous awards

Program: http://thecloudmystery.com/The_Cloud_Mystery/The_Documentary.html

Documentary Duration: 52 minutes Format: 16:9 Sales: DR Sales
Title: THE CLOUD MYSTERY
– How the Milky Way, the Sun, and the clouds rule climate on Earth.
FILM SYNOPSIS:
THE CLOUD MYSTERY is a scientific detective story. It tells how a Danish scientist, Henrik Svensmark, through pioneering experiments in Copenhagen, solved the puzzle of how supernova explosions in our Galaxy and variations in the Sun govern climate changes on the Earth.

Scarcely audible above the noise about global warming, Svensmark has reported a new kind of aerial chemistry triggered by events in our Galaxy that shower our planet with atomic particles – the cosmic rays. This celestial mechanism determines cloudiness and temperatures on Earth. It is so powerful that we now have to re-evaluate the causes of global warming.

Henrik Svensmark linking the Sun and the clouds with climate change.

STEPS IN THE STORY
Strong evidence that changes in the Earth’s climate follow changes in the Sun’s magnetic behaviour came from the Copenhagen scientists Eigil Friis-Christensen and Knud Lassen in 1991. In principle it might explain most of the warming in the 20th Century, but no one knew how the Sun could affect the climate so much.

One effect of solar changes is to vary the number of cosmic rays reaching the Earth from the Galaxy. In 1995 Henrik Svensmark, also in Copenhagen, began to wonder if the cosmic rays could affect cloud cover. When he compared satellite observations of clouds with the varying counts of cosmic rays from year to year, he found an amazing link. A stronger Sun and fewer cosmic rays meant fewer clouds and a warmer world. Friis-Christensen agreed with this explanation for the Sun’s role.

Scientists favouring carbon dioxide as the driver of global warming rejected the discovery. Yet ample evidence reveals Sun-driven climate change, long before human industry could have been a factor. The astronomer Nir Shaviv of Jerusalem takes the viewer to cliffs by the Dead Sea, where layers of sediment show alternations of wet and dry periods over centuries and millennia. The changes matched solar-driven variations in the intensity of cosmic rays.

Dark and light bands by the Dead Sea tell of ever-changing wet and dry periods

Continuing his investigations, with Nigel Marsh, Svensmark found that the clouds most affected by variations in the cosmic rays are those at low altitude. Although surprising, this fitted very well with the emerging theory of cloud-driven climate change. The next question was, How could the cosmic rays affect cloud formation? As explained in the film by Richard Turco from Los Angeles, water vapour condenses to make cloud droplets only in the presence of invisible particles floating in the air as aerosols, or cloud condensation nuclei. Cosmic rays might help to make the aerosols.

Svensmark wanted to carry out a laboratory experiment on that possible influence of cosmic rays on cloud condensation nuclei. But he ran into strong opposition to the very idea of an experiment, from scientists who dismissed the possibility of any connection. As a result, Svensmark and his team were short of funds. The work of building an experimental chamber in the basement of the Danish National Space Center was painfully slow

Astronomer Nir Shaviv, Jerusalem, explains our position in the Milky Way.

Meanwhile, in 2002, unexpected support came from Nir Shaviv in Jerusalem, who carried the story of cosmic rays and climate back over hundreds of millions of years, from an astronomer’s point of view. Shaviv realised that whenever the Sun and its planets visit the bright spiral arms of the Milky Way Galaxy, they are exposed to stronger cosmic rays, which create ‘icehouse’ conditions on the Earth. Visiting MØns Klint in Denmark, Shaviv points out the chalk cliffs dating from the ‘hothouse’ world of the dinosaurs, and the bulldozing action of glaciers in the present ‘icehouse’ era. His interpretations turned out to fit beautifully with the discovery of alternations of warm and cool oceans, by the geologist Ján Veizer of Toronto.

Geologist Jan Veizer, Ottawa, shows a brachiopod, used for estimating Earth’s temperatures the past 500 million years

By 2005, the experiment in Copenhagen was at last running well. It gave very clear evidence for the role of cosmic rays in helping to build small aerosols that grow into cloud condensation nuclei. But the next problem was to get the report published in a scientific journal. Svensmark and his team faced rejection after rejection, for no very good reason. As the eminent physicist Eugene Parker comments in the film, politically incorrect ideas about global warming face this kind of resistance in the scientific community.

At long last, the paper was accepted for publication by the Royal Society of London in 2006. While the champagne flowed, Svensmark said the cloud mystery was solved but wondered when the climate community would catch up with his discovery. The film ends with Shaviv pointing out that we are part of a galactic ecosystem, and Svensmark saying we must no longer think of the Earth as an island in space.

Henrik Svensmark and Jens Olaf Pepke Pedersen with the basement experiment

Conclusion:
Svensmark built the world’s largest cloud chamber at the Danish National Space Centre(Now DTU Space) in Copenhagen. They worked five years in the laboratory before they had the results. During the fall of 2006 the epoch making results were publishing world-wide in science literature. The results concluded that the climate of Earth is decisively influenced by exploding stars and additionally: This mechanism literally turns the Earth’s thermostat upside down. This means that Cosmic rays produces aerosols in our atmosphere, which are necessary for the formation of clouds. Without these aerosols water vapour cannot condense into droplets and form clouds. Remember that water vapour is by far the dominating greenhouse gas, and even very small changes in the global cloud cover will change the Earth radiation budget significantly.

Natural events in our Galaxy and on the manic-depressive Sun decide whether the Earth’s cloud cover is letting the Sun heat or cool the surface of the Earth. The clouds, obedient to the cosmic rays, are the dominant driver of climate change. As a result we have to re-evaluate our understanding of the climate. A new field in climate research called cosmoclimatology is progressing.

Past climate variations
Using this discovery we are now able to explain how the feeble Sun allowed more clouds to form and cool the world 300 years ago during the Little Ice Age. During the 20th Century the Sun doubled its magnetic strength and warmed the Earth. And just recently Henrik Svensmark together with astronomers and geologists have documented an extraordinary relationship between these celestial events and the evolution of biosphere’s millions of years back in time.

The discovery introduces a new fascinating perspective that we are indeed taking part in a intergalactic eco system where the evolution of biosphere’s are linked to celestial forces through climate change on all time scales.

The Oppressed Majority: A Poignant French Short Film about a World in Which Men Are Subject to Sexism

The Oppressed Majority: A Poignant French Short Film about a World in Which Men Are Subject to Sexism

by

A tragicomic day in the life of a man who struggles for equality in a mirror-image society dominated by women.

“Those who travel with the current will always feel they are good swimmers,” NPR science correspondent Shankar Vedantam wrote in his extraordinary exploration of society’s hidden biases, “[and] those who swim against the current may never realize they are better swimmers than they imagine.” That’s precisely what French filmmaker Eleonore Pourriat brings to life with imaginative vividness, elegantly waltzing between the hilarious and the heartbreaking, in her brilliant and pause-giving short film Oppressed Majority — a day in the life of a man who faces subtle sexism and unabashed sexual violence in a mirror-image society dominated by women. Laugh, cry, think twice:

For a deeper look at the serious issue beneath the comic veneer, see Vedantam’s indispensable The Hidden Brain: How Our Unconscious Minds Elect Presidents, Control Markets, Wage Wars, and Save Our Lives — a perspective-shifting even, if not especially, for those of us who consider ourselves well-intentioned and are thus most susceptible to unwitting biases.

Thanks, Julie

Provocação: O que a mulher e o elefante têm em comum?

Próximo programa - 21/10/2014

The future….belongs to the feminine”, Nawal El Moutawakel.

Caros geonautas,

Diante do novo e inusitado, lembremos Rabelais: “O que e mulher e o elefante têm em comum?”

A vida como ela é”, diria o único reacionário do Brasil, claramente mais uma mera provação, com sexo, cultura e GabiLola Benvenutti, e parafraseando o anjo pornográfico, bonitinha e extraordinária.

Uma resposta a pergunta acima: nenhum dos dois sabem o poder que tem.

A professora e prostituta, GabiLola, lembra-nos mais uma vez, nesse mundo patriarcal da psicanálise do homem desbussolado, que o único que ainda não sabe, é o elefante.

Confira: