Antonio ‘Brincante’ Nobrega: Instinto Civilizacional da Cultura Popular

Caros geonautas,

Da colonização portuguesa-europeia, indígena, africana, oriental (Gôa, Mouros e Macau), à Inconfidência Mineira, ao “Instinto de Nacionalidade” (Machado de Assis, 1873), ao ‘Instinto Civilizacional’ da Cultura Popular

Roda Viva | Antonio Nóbrega | 24/11/2014

 

Baruch Spinoza (1632-1677): Inserção do Logos Moderno em Ordem Mítica

O que tem de de conhecimento e sabedoria oriental em Baruch Spinoza?
Os Gregos já escreveu a 2500 anos (Herodotus): “o Oriente é o berço de toda a civilização e de toda sabedoria.”

Desde a viajem de Marco Polo no século XIII para a China, que precede a Divina Comédia (1308-1321, Séc. XIV) de Dante Alighieri, a viajem dos Jesuitas (Macau em 1552), os europeus pré-renascentista e renascentistas, beberam na fonte da civilização greco-romana e da civilização chinesa, nesse período até o começo da idade moderna no ocidente, foram escritos centenas, se não milhares de livros sobre a cultura chinesa.
Como diz o texto, somente na primeira metade do século XVIII, na fermentação do iluminismo, foram publicados 599 livros sobre a China.
(…) In the first half of the 18th century – the heyday of the Enlightenment – 599 foreign language books about China were published. In these texts, China’s Confucian ethics and philosophy, the view that man is a part of nature,….”
Europe’s 500-Year Chinese Dream
http://english.cntv.cn/special/newleadership/chinesedream03.html

E a cultura intelectual livresca tupiniquim?

Como diria Darcy Ribeiro sobre os intelectuais livresco tupiniquim, “os agentes europeuzinho aqui”, ou Gilberto Freyre, sobre o Brasil ser a “China Tropical” (2011), portanto antes de Darcy Ribeiro, já alertava sobre nossa propensão em europeizar-se e americanizar-se, embora em nossa formação, sejamos bem menos influenciados pela cultura europeia que achamos, temos em nossa raízes, em nossa cultura popular, bem mais mouros que supomos, assim como da cultura chineses e claro, africana, mas continuamos a ver o mundo somente do ponto de vista dos europeus, dos americanos, e aí “demos uma enorme dificuldade em entender o mundo” (Milton Santos).

Em um debate no CCBB em sampa, alguns anos atrás, sobre o filme Jango (1984), de Sílvio Tendler, com ele presente no debate, argumentei que a melhor definição sobre o golpe de 1964, na minha modesta e limitada visão, foi definida pelas palavras de Leonel Brizola, quase meio século depois e anos antes dele morrer, disse ele sobre a esquerda no poder em 1961: “Ganhamos o poder de graça e não sabíamos o que fazer” e emendei sobre a minha visão do filme, o filme mostra como somos uma sociedade de maturidade estudantil, ainda estamos na adolescência da mediocridade, na qual fui veementemente contestado pelo diretor do filme.

Nesse crise e diria, fim de um ciclo da democracia brasileira, na qual a esquerda, com base sindicalista, chegou ao poder novamente, depois de 12 anos, – o segundo fracasso da esquerda no poder – vemos que as estruturas patrimonialistas não mudou quase nada, continuamos gastando 45% do que arrecadamos com juros da dívida, a pequena grande mudança – quirelas de pão – que foi implementada, o Bolsa Família, foi feito pela percepção e intuição de Lula, pois a depender de sua equipe de auxiliares petista, não teria implementado.

La nave va

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Spinoza

Baruch de Espinoza (24 de novembro de 1632, Amsterdã — 21 de fevereiro de 1677, Haia) foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu em Amsterdã, nos Países Baixos, no seio de uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

Na mesma época em que excomungaram Juan del Prado (leia post anterior) pela primeira vez, Karen Armstrong conta, em seu livro Em nome de Deus: o fundamentalismo no judaísmo, no cristianismo e no islamismo (Tradução: Hildegard Feist. São Paulo; Companhia das Letras; 2001), que os rabinos se voltaram contra Baruch Spinoza, que tinha então 23 anos de idade. Ao contrário de Prado, Spinoza nasceu em Amsterdam. Seus pais eram marranos judaizantes em Portugal e, quando se instalaram em Amsterdam, conseguiram fazer a transição para o judaísmo ortodoxo. Portanto, Spinoza não sofreu…

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Celso Furtado: 10 Anos Depois

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Celso Furtado - Foto Eduardo Simões

Rosa Freire d’Aguiar, viúva do Celso Furtado, narra seus últimos momentos. E descreve o esforço que todos nós, seus herdeiros intelectuais e políticos, fizemos para preservar seu grandioso legado.

20 de novembro de 2004: era um sábado, final da manhã. Celso queria ver o documentário “Sob a névoa da guerra”, em que Robert McNamara relembra seus tempos de ex-presidente do Banco Mundial e ex-secretário de Defesa americano. Tínhamos perdido o filme em Paris, desde então premiado com o Oscar de melhor documentário. Eu ia à locadora pegar o dvd e, na volta, passaria pela feirinha da Arcoverde para comprar salmão e quem sabe uma pamonha. Antes, resolvi fazer um café. Quando entrava na cozinha percebi que Celso, em pé e levemente debruçado sobre a mesa de jantar, lendo as manchetes do jornal do dia, fez um movimento para trás. Recuei, o segurei pelo braço: “Cuidado, você vai…

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Espírito Paulistano: Ai, Como Dói Uma Saudade…

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José Mujica - Presidente do UruguaiO Brasil tem uma burguesia paulista muito forte, que custa a entender que não é mais tempo de colonizar, mas sim de juntar aliados para construir empresas transnacionais latino-americanas. Estão muito fechados em São Paulo e com uma visão de elite. Isso tende a provocar um temor em eventuais competidores da região. Isso vai contra à integração. A briga é internacional. Mas São Paulo não pode ir sozinho. Não vamos pedir aos empresários paulistas que sejam socialistas. Mas temos que pedir-lhes que sejam latino-americanos.” Essa sábia declaração foi dada por José Mujica, presidente do Uruguai (Valor, 07/11/14).

Lorenna Rodrigues e Murillo Camarotto (Valor, 07/11/14) informam que, apesar de responder por 31,3% da produção industrial brasileira — o maior percentual entre as 27 unidades da federação – a industrialização crescente em outros locais fez de São Paulo o Estado que mais perdeu participação no PIB da…

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Simon Sinek: How great leaders inspire action

Simon Sinek has a simple but powerful model for inspirational leadership all starting with a golden circle and the question “Why?” His examples include Apple, Martin Luther King, and the Wright brothers … (Filmed at TEDxPugetSound.)

Filmed September 2009 at TEDxPuget Sound

Bilhete, Ivan Lins e Vitor Martins

Facebook do Ivan Lins:

Amigos,

“Bilhete” foi composta em dezembro de 1979, em Teresópolis, em nossa ex-casa, no Ingá.
Eu e meu letrista e amigo Vitor já estávamos tentando fazer uma canção fazia dias e nada.
O clima começou a ficar desagradável. Começamos a nos estranhar.
Eis que nossa empregada, Dona Carmelita, reparando a situação, veio a nós e nos recomendou uma rezadeira que ela conhecia, chamada (pasmem) Madalena.
Fomos lá. Era numa pequena favela (hoje grande), no Caxangá. Subimos e chegamos à casinha dela. Dona Madalena era uma senhora branca, tipo nórdica, cabelos desgrenhados e simpática. Dona Carmelita explicou a ela que nós precisávamos de uns passes.
Aí ela foi para um canto e se concentrou e de repente estremeceu toda e recebeu uma entidade. Pegou um caderno e começou a escrever rabiscos nervosos, páginas e páginas, numa velocidade incrível, quando acabou, voltou para o canto, estremeceu de novo e voltou ao que era, e passou a traduzir a rabiscada toda: MAL OLHADO, INVEJA BRABA.
Virou-se para Vitor e disse pra ele acender uma vela numa pedra na beira de um rio e dedicar a uma entidade tal. Virou-se para mim também e disse para eu acender uma vela num descampado e dedicar a uma outra entidade. Já eram umas 20h da noite. Saímos de lá e Vitor logo achou o rio e acendeu a sua vela. Demorei a achar um descampado. Peguei minha vela, acendi e vi que não tinha pavio. Saímos atrás de outra vela, era domingo, tudo fechado. Acabei ganhando uma vela numa padaria.
Voltei ao descampado e acendi, dedicando a tal entidade. Voltamos para casa.
Dia seguinte, à tarde, minha sobrinha Heliane atende a um telefonema e vem me chamar dizendo que era um tal de Bíblia ou coisa parecida. Atendi e era o Quincy Jones, dizendo maravilhas de minhas músicas e nos convidando para Los Angeles, para saber o que ele estava preparando para nossas canções.
Minha carreira internacional começou ali.
Claro que no dia seguinte já estávamos inspiradíssimos e a primeira que saiu foi “Bilhete”.
Fiquei meio assustado com o tema, dizendo pra mim mesmo que nunca gostaria de cantar aquilo.
A inspiração não ficou só nisso. Fizemos mais umas 3 canções, entre elas “Atrevida”, que Simone e Isabella Taviani gravaram.
Canções femininas. Acho que a entidade do Vitor era uma mulher.
Gravei “Bilhete” no disco “Novo Tempo” de 1980. Ano seguinte Fafá de Belém grava e estoura a música nas paradas, com um arranjo belíssimo de César Camargo Mariano.
Dois anos depois ganhei meu “Bilhete”. O que eu temia aconteceu.
Fazer o quê?
Beijos,

Ivan

 

Bilhete – Ivan Lins & Zizi Possi:

 https://www.youtube.com/watch?v=k6U2lf_Jiig

‘Boyhood’, o filme de 11 anos

Carta Capital – Cultura – Cinema
‘Boyhood’, o filme de 11 anos
Vencedor do Festival de Berlim, diretor Richard Linklater filmou o crescimento de um ator dos 5 aos 18 anos para ilustrar a trajetória da infância à juventude
por Orlando Margarido — publicado 10/11/2014 05:29

O americano Richard Linklater é um diretor de expedientes incomuns. Se usa a animação, o faz numa técnica diretamente sobre os atores, como em Waking Life (2001). Se investiga como seria o relacionamento amoroso, e trivial, entre um homem e uma mulher por décadas, leva a questão a sério e dilata o tempo na mesma medida.

Sua trilogia das fases de vida do casal começa em 1995 com Antes do Amanhecer e termina com Antes da Meia-Noite, realizado no ano passado, sempre com a mesma dupla de atores. Como se deveria supor, então, o também difícil crescimento e maturidade de um rapaz? A resposta vem prodigiosa em Boyhood, projeto que garantiu a Linklater o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano, como Melhor Diretor.

Para compor a trajetória do protagonista Mason da infância à juventude, Linklater fez o impensável numa indústria movida a prazos e orçamentos. Filmou Ellar Coltrane dos 5 aos 18 anos a fim de acompanhar descobertas e percalços relativos às idades. “Foram 39 dias de filmagem em uma produção de 4.200 dias, de julho de 2002 a outubro de 2013”, contou.

O feito não se esgota no recurso técnico. Amplia-se a um contexto dramático e mesmo social na medida em que esboça uma cultura texana de onde provém o realizador. Assim, do trauma dos pais separados (Patricia Arquette e Ethan Hawke), vemos Mason evoluir na busca de um rumo, nas dúvidas e aflições significativas para ele, mas naturais a todos. Pelo viés inesperado do formato, Linklater tornou o quadro mais sincero e cativante.

Boyhood: Da Infância à Juventude – Trailer Legendado

The Cloud Mystery Program

The Cloud Mystery

http://thecloudmystery.com/The_Cloud_Mystery/Home.html

(Duration: 52 minutes, Language: English)

Our clouds take their orders from the stars,” says the Danish scientist Henrik Svensmark. That’s the amazing and provocative discovery reported here. Most experts thought the idea was crazy.
 

The film records ten years of effort by the small team in Copenhagen that, in the end, solved the mystery of how the Galaxy and the Sun interfere in our everyday weather.

It’s provocative because Dr Svensmark’s revelations challenge the belief of most climate theorists that carbon dioxide has been the main driver of global warming. As a result he has faced never-ending opposition.

But strong support for the cosmic view of climate change comes from astronomer Nir Shaviv and geologist Jan Veizer. In the film they tell how the Galaxy has governed the Earth’s ever-changing climate over 500 million years.


The Cloud Mystery is aimed at a wide audience. Astonishing pictures from our Galaxy, the Sun, and cloud formations are mixed with spectacular animations to simplify the science. Comments by astronomers, geologists and climate experts convey their sense of adventure, and give scientific weight to the discoveries presented. The audience is taken on a trip around the world, where scientists from Denmark, Israel, Canada, the USA, and Norway contribute to this exciting story.

Linking all the discoveries is the non-stop rain of cosmic rays – energetic particles from exploded stars that battle with the Sun’s magnetic field to reach the Earth. Central in the story is an experiment in a Copenhagen basement. It showed how cosmic rays help to make chemical specks in the air on which water drops condense to make clouds.

The story concludes that clouds are the main driver of climate change on Earth.

The documentary follows Henrik Svensmark in his struggle to find the physical evidence of a celestial climate driver. The film demonstrates that science can be a rough place to be if you are in opposition to the established “truth”.

Lars Oxfeldt Mortensen has produced and directed a number of international acclaimed documentaries. He is the winner of numerous awards

Program: http://thecloudmystery.com/The_Cloud_Mystery/The_Documentary.html

Documentary Duration: 52 minutes Format: 16:9 Sales: DR Sales
Title: THE CLOUD MYSTERY
– How the Milky Way, the Sun, and the clouds rule climate on Earth.
FILM SYNOPSIS:
THE CLOUD MYSTERY is a scientific detective story. It tells how a Danish scientist, Henrik Svensmark, through pioneering experiments in Copenhagen, solved the puzzle of how supernova explosions in our Galaxy and variations in the Sun govern climate changes on the Earth.

Scarcely audible above the noise about global warming, Svensmark has reported a new kind of aerial chemistry triggered by events in our Galaxy that shower our planet with atomic particles – the cosmic rays. This celestial mechanism determines cloudiness and temperatures on Earth. It is so powerful that we now have to re-evaluate the causes of global warming.

Henrik Svensmark linking the Sun and the clouds with climate change.

STEPS IN THE STORY
Strong evidence that changes in the Earth’s climate follow changes in the Sun’s magnetic behaviour came from the Copenhagen scientists Eigil Friis-Christensen and Knud Lassen in 1991. In principle it might explain most of the warming in the 20th Century, but no one knew how the Sun could affect the climate so much.

One effect of solar changes is to vary the number of cosmic rays reaching the Earth from the Galaxy. In 1995 Henrik Svensmark, also in Copenhagen, began to wonder if the cosmic rays could affect cloud cover. When he compared satellite observations of clouds with the varying counts of cosmic rays from year to year, he found an amazing link. A stronger Sun and fewer cosmic rays meant fewer clouds and a warmer world. Friis-Christensen agreed with this explanation for the Sun’s role.

Scientists favouring carbon dioxide as the driver of global warming rejected the discovery. Yet ample evidence reveals Sun-driven climate change, long before human industry could have been a factor. The astronomer Nir Shaviv of Jerusalem takes the viewer to cliffs by the Dead Sea, where layers of sediment show alternations of wet and dry periods over centuries and millennia. The changes matched solar-driven variations in the intensity of cosmic rays.

Dark and light bands by the Dead Sea tell of ever-changing wet and dry periods

Continuing his investigations, with Nigel Marsh, Svensmark found that the clouds most affected by variations in the cosmic rays are those at low altitude. Although surprising, this fitted very well with the emerging theory of cloud-driven climate change. The next question was, How could the cosmic rays affect cloud formation? As explained in the film by Richard Turco from Los Angeles, water vapour condenses to make cloud droplets only in the presence of invisible particles floating in the air as aerosols, or cloud condensation nuclei. Cosmic rays might help to make the aerosols.

Svensmark wanted to carry out a laboratory experiment on that possible influence of cosmic rays on cloud condensation nuclei. But he ran into strong opposition to the very idea of an experiment, from scientists who dismissed the possibility of any connection. As a result, Svensmark and his team were short of funds. The work of building an experimental chamber in the basement of the Danish National Space Center was painfully slow

Astronomer Nir Shaviv, Jerusalem, explains our position in the Milky Way.

Meanwhile, in 2002, unexpected support came from Nir Shaviv in Jerusalem, who carried the story of cosmic rays and climate back over hundreds of millions of years, from an astronomer’s point of view. Shaviv realised that whenever the Sun and its planets visit the bright spiral arms of the Milky Way Galaxy, they are exposed to stronger cosmic rays, which create ‘icehouse’ conditions on the Earth. Visiting MØns Klint in Denmark, Shaviv points out the chalk cliffs dating from the ‘hothouse’ world of the dinosaurs, and the bulldozing action of glaciers in the present ‘icehouse’ era. His interpretations turned out to fit beautifully with the discovery of alternations of warm and cool oceans, by the geologist Ján Veizer of Toronto.

Geologist Jan Veizer, Ottawa, shows a brachiopod, used for estimating Earth’s temperatures the past 500 million years

By 2005, the experiment in Copenhagen was at last running well. It gave very clear evidence for the role of cosmic rays in helping to build small aerosols that grow into cloud condensation nuclei. But the next problem was to get the report published in a scientific journal. Svensmark and his team faced rejection after rejection, for no very good reason. As the eminent physicist Eugene Parker comments in the film, politically incorrect ideas about global warming face this kind of resistance in the scientific community.

At long last, the paper was accepted for publication by the Royal Society of London in 2006. While the champagne flowed, Svensmark said the cloud mystery was solved but wondered when the climate community would catch up with his discovery. The film ends with Shaviv pointing out that we are part of a galactic ecosystem, and Svensmark saying we must no longer think of the Earth as an island in space.

Henrik Svensmark and Jens Olaf Pepke Pedersen with the basement experiment

Conclusion:
Svensmark built the world’s largest cloud chamber at the Danish National Space Centre(Now DTU Space) in Copenhagen. They worked five years in the laboratory before they had the results. During the fall of 2006 the epoch making results were publishing world-wide in science literature. The results concluded that the climate of Earth is decisively influenced by exploding stars and additionally: This mechanism literally turns the Earth’s thermostat upside down. This means that Cosmic rays produces aerosols in our atmosphere, which are necessary for the formation of clouds. Without these aerosols water vapour cannot condense into droplets and form clouds. Remember that water vapour is by far the dominating greenhouse gas, and even very small changes in the global cloud cover will change the Earth radiation budget significantly.

Natural events in our Galaxy and on the manic-depressive Sun decide whether the Earth’s cloud cover is letting the Sun heat or cool the surface of the Earth. The clouds, obedient to the cosmic rays, are the dominant driver of climate change. As a result we have to re-evaluate our understanding of the climate. A new field in climate research called cosmoclimatology is progressing.

Past climate variations
Using this discovery we are now able to explain how the feeble Sun allowed more clouds to form and cool the world 300 years ago during the Little Ice Age. During the 20th Century the Sun doubled its magnetic strength and warmed the Earth. And just recently Henrik Svensmark together with astronomers and geologists have documented an extraordinary relationship between these celestial events and the evolution of biosphere’s millions of years back in time.

The discovery introduces a new fascinating perspective that we are indeed taking part in a intergalactic eco system where the evolution of biosphere’s are linked to celestial forces through climate change on all time scales.

Futuro Climático do Planeta

Caros geonautas,

A agenda política global, o ego humano e a ciência.
Antonio Donato Nobre tem certezas, a certeza do consenso, garante que a mudança do clima já não é mais previsão científica, mas realidade. “Estamos indo para o matadouro”.
Qual previsão científica, cara pálida?

“Contra o positivismo, que pára perante os fenômenos e diz:
‘Há apenas fatos’. eu digo: ‘Ao contrário, fatos é o que não há;
há apenas interpretações’.” (Nietzsche).

“As variações da ciência dependem das variações das
necessidades humanas, e os homens de ciência costumam
trabalhar, quer queiram, quer não, consciente ou
inconscientemente, a serviço dos poderosos ou do povo, que
lhes pedem confirmação de suas aspirações.”

“O conhecimento está a serviço da necessidade de viver… E
essa necessidade criou no homem os órgãos do conhecimento…
O homem vê, ouve, apalpa, saboreia e cheira aquilo que precisa
ver, ouvir, apalpar, saborear ou cheirar … Os parasitas que, nas
entranhas dos outros animais, vivem dos sucos nutritivos por
estes preparados, como não precisam de ouvir ou ver, não
ouvem nem vêem … Para estes parasitas não deve existir nem o
mundo visual nem o mundo sonoro.”
Miguel de Unamuno- Rubem Alves – Filosofia da Ciência, pág. 150.

1- The Cloud Mystery
Henrik Svensmark’s documentary on climate change and cosmic rays (2007)
https://www.youtube.com/watch?v=ANMTPF1blpQ

2- The Cloud Experiment at CERN – Jasper Kirkby follows up on Henrik Svensmark’s work
http://normanpilon.com/2014/01/05/the-cloud-experiment-at-cern-jasper-kirby-follows-up-on-henrik-svensmarks-work/

3- Celso Furtado e o Ocidente em ‘State of Denial’
(…) O Ocidente pode se tornar (novamente), uma sociedade covarde?
William Shakespeare, poderia dizer através da voz de seu personagem trágico, Othello Euro-Americano: “yes we can“.
https://engenhonetwork.wordpress.com/2013/10/03/celso-furtado-e-o-ocidente-em-state-of-denial/

La nave va,
Sds,

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Antonio Nobre - INPE

Especialista na relação da Amazônia com o clima, o agrônomo Antonio Donato Nobre faz conexões entre a seca no Sudeste e o desmatamento das florestas. Assustado com os mais de 200 artigos sobre o tema que leu em quatro meses para compilar o estudo “O Futuro Climático da Amazônia“, lançado no final de outubro, em São Paulo, Nobre garante que a mudança do clima já não é mais previsão científica, mas realidade. “Estamos indo para o matadouro”, diz.

Nos últimos 40 anos foram destruídas 40 bilhões de árvores na floresta. “É o clima que sente cada árvore retirada da Amazônia”, diz o pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Árvores amazônicas antigas produzem mil litros de água por dia. O ar úmido é também “exportado” para áreas como o Sudeste, com vocação para deserto.

Nobre, que vem…

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Amigos, o Guto vai ser avôôô. O que há, à mais de novo, em nossa velha amizade?

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A juventude não é um tempo de vida – é um estado de espírito” (YOUTH POEM, de Samuel Ullman, 1918 – “Youth is not a time of life – it is a state of mind).

Caros e nobres amigos,

Diante do milagre da vida, depois de desfrutar os prazeres da ‘pequena morte‘ no gozo, prazeres da vida no tempo, tempo descontinuo e cíclico, nascer e morrer, morrer e nascer, poucas outras coisas tem essa sublime importância em nossas vidas, como a alegria, as amizades e a família, “a vida como ela é“.

Gostaria de registrar também que em nosso encontro na casa do Paulão na Copa, comentamos o óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues, que qualquer um, entre Guto, Neilor, Cláudio e Paulo, poderiam ser avô a qualquer comento, e o Gutão saiu na frente novamente, pois foi o primeiro a se casar.

Em nosso último encontro na EEL em Lins, celebrando um quarto de século de formandos e três décadas desde nosso primeiro contato de bicho para bicho e outros bichos. Estou aqui buscando ganchos, e temos vários, para registrar nossos encontros, celebrações, amizades e companheirismo, uma relação que é como uma extensão de nossas famílias.

E nesse encontro, diferente do que ocorreu em diversas oportunidades anteriores, por motivos outros, os filhos, as filhas e as esposas não participaram, com excessão das esposas do Milton ‘‘cascável‘ e do Chicão; mas tiveram aqueles adolescentes  que não gostaram e bateram o pé, como foi comentado em nossas rodas de bate papo: “pai eu quero participar, porque eu não posso participar?”

É meus caros e nobres amigos, o tempo passa, o tempo voa, mas “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”.

Vislumbrando os encontros vindouros, para se tornarem mais frequentes ainda, digamos nos próximos 25 anos, que está logo ali, mais ou menos quando o Gutão se tornar bisavô, hehehe…, essa é uma aposta que todos gostaríamos de chegar e até ir além, mas a vida é uma caixinha de surpresa, então vamos tentar enganar o tempo, fazer como constatou o psicólogo Daniel Kahneman, a intensidade da convivência é mais importante do que o tempo e a durabilidade.

E nós temos um exemplo claro sobre esse fato em nossa jornada, o José Henrique, o famoso “Zé Gabarito”,  que no primeiro ano tinha fama de não estudar, só tocar violão e tirar nota 10, daí o apelido apropriado e não poderia ser outro. Mas vejam, o Zé Henrique ficou só um ano estudando conosco na Escola de Engenharia de Lins, se transferiu para outra escola, porém o fato mais interessante é que, continuamos em contato com ele desde então, ou seja, nossa relação de amizade já mostrava sinais de gana, força e harmonia, desde o início quando nos conhecemos.

Millôr Fernandes, disse ao fazer oitenta anos, “alô moçada, quando eu disser no meu tempo, eu quero dizer, daqui a dez anos“, parafraseando-o: alô amigos, quando nós dissermos, em nosso tempo, queremos dizer, daqui a vinte e cinco anos.

Como diz o início do poema de Samuel Ullman, YOUTH POEM, escrito quando ele tinha 78 anos, no início do século XX, “A juventude não é um tempo de vida – é um estado de espírito” (Youth is not a time of life – it is a state of mind).

E lanço aqui uma aposta, para os mais sedentários como eu, aproveitando que amanhã é segunda feira e hoje dia de finados, no próximo encontro vou estar uma dúzia de quilos a menos, estou no meio entre os acima do peso, digamos, entre o Neilor e o Sorriso, um acima do peso e o outro obeso, ou tomo uma atitude e vou para o time do Paulão e do José Pedroso, ou vou fazer companhia ao Sorriso, hehehe. Quem viver verá.

Então vamos brindar aos prazeres e alegrias da vida, um brinde aos primeiros e novos avós da turma, Gutão e Valéria, as moças que faz aniversário essa semana, a Vitória Ferraz e a Lais Borges, as nossas amizades e companheirismo, as famílias e a vida, pois como diz outro poeta, o fingidor, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

Querida e futura mamãe, Mayne,

Mayne(a barriga do pai ainda é maior que a da filha)

Meu presente para seu bebê não terá segredo, será o mesmo presente na essência (muda a cor se for menina ou menino) dos últimos anos aos filhos(as) de amigos e sobrinho(as), como o da Letícia em 12/11/2010, minha sobrinha:

Querido e bem-vinda Letícia: Tu és o fruto da vida e do amor, um presente divino e maravilhoso para seus pais e todas as pessoas que te amam.

Meu presente a você (que um dia vai ler esse mensagem), está simbolizado e nascendo numa pequena muda de Ipê, tão delicada quanto você.

Você está chegando com a primavera, uma das estações que simboliza o sentido da vida, a fé e a confiança que os homens têm na natureza.

As árvores, Letícia, desde os povos da antiguidade têm essa crença, esse espírito sagrado de representar a continuidade da vida. Para celebrarmos a chegada de um presente sagrado e divino que vem dos deuses como você, um presente da mãe-terra, muda de Ipê-rosa a ser plantada no sítio:

“Que sua vida tenha a força e a duração desta árvore”.

Ipê rosa

Beijos,

Tio Wardo.

Minha sobrinha, Letícia com um ano:

Letícia_

Saudações, forte abraço a todos e beijos no coração

Oswaldão