Entrevista de L. Boff: “Dentro do sistema capitalista, não há salvação para a Terra e a Humanid

Capitalism, by Andre Gunder Frank – The World System: Five Hundred Years Or Five Thousand?
http://books.google.com.br/books?id=LVAWQ1D8UJUC&pg=PR5&lpg=PR5&dq=andre+gunder+frank:+500+years+or+5000+years&source=bl&ots=i2EZsLD596&sig=UZD7AUuoMnKlu7qhMuMT_7gmIds&hl=en&sa=X&ei=_k_YU6feDIqoyASSsIKwCg&ved=0CDcQ6AEwAw#v=onepage&q=andre%20gunder%20frank%3A%20500%20years%20or%205000%20years&f=false

As ameaças da Grande Transformação(I)

Alan Watts das criticas a Carl Jung entre ocidente e oriente. Ele fala em 1971, apesar do título do vídeo dizer em 1970, mas é o tempo da Califórnia da geração beatniks dos anos 50, geração hippies dos anos 60/70 e da contra cultura, ou em outros palavras, como escreveu e cantou por toda uma geração, Bob Dylan, “The answser my friend is blowing in the Wind, the anwser is blowing in the Wind”, nesse contexto, a geração “nerds” é um detalhe desse caldeirão de cultura do pós guerra até os nosso dias, e nesse ponto eu estou de acordo com o que diz Steve Jobs na entrevista de 1995, quando foi perguntado se ele era nerds ou hippie: “sempre fui hippie”.
Alan Watts breaks down what’s wrong with the world (1971)

O humor como expressão de saúde psíquica e espiritual

A memória e o humor do garoto que fui há quase meio século, e a constatação da estrutura patrimonialista autoritária secular das instituições e das pessoas no poder, por menor que seja, de nossa história:
A “Carteirinha de Estudante” (1974), o Diretor e Eu (garoto)
Enviado por Oswaldo Conti-Bosso, dom, 03/02/2013
http://advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/a-%E2%80%9Ccarteirinha-de-estudante%E2%80%9D-1974-o-diretor-e-eu-garoto

Prova no mimeógrafo, perdi a prova, mas não a piada
Enviado por Oswaldo Conti-Bosso, qui, 24/01/2013
http://advivo.com.br/blog/oswaldo-conti-bosso/prova-no-mimeografo-perdi-a-prova-mas-nao-piada

Ondas de Inovações Tecnológicas

Caros,

(…) “Gordon costuma mostrar imagens de uma descarga de banheiro e de um iPhone e perguntar: “De qual dos dois você abriria mão?””

Em 2011, Vinod Khosla, numa palestra na Índia, disse: “A Índia tem hoje, 300 milhões de pessoas que tem celular e não têm banheiro, ou seja, entre comprar um celular ou um banheiro, optaram pelo celular.”
Keynote: What gets Vinod Khosla excited even after 30 extraordinary years
Enviado em 28/11/2011
What are the trends that will shape the technology industry in the next decade? And what does it mean to India? As an extraordinary player at the epicenter of innovation for the last 30 years, Vinod Khosla will share his views.
https://www.youtube.com/watch?v=6wDuv9oIrjA

Blog Cidadania & Cultura

[image]

[image]Timothy Aeppel (The Wall Street Journal, 20/06/2014) escreveu reportagem a respeito do futuro da inovação e do crescimento, sobre o qual Robert Gordon (dir.) e Joel Mokyr estabelecem um confronto entre um pessimista e um otimista.

Robert Gordon, um economista de 73 anos, acredita que os bons tempos já passaram. Depois de um século de inovações revolucionárias que geraram crescimento, o progresso humano está ficando cada vez mais lento, diz. Já o também economista Joel Mokyr, que tem 67 anos, imagina o surgimento de uma nova era de invenções, inclusive terapias genéticas para prolongar a vida e sementes milagrosas que podem alimentar o mundo sem a necessidade de fertilizantes.

Os dois conceituados colegas, que há 40 anos são professores na Universidade Northwestern, no Estado americano de Illinois, representam polos opostos do debate sobre o futuro da economia do século XXI:

  • de um lado, rápida…

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Ideias Inatas: O Que A Experiência Não Pode Ensinar

Blog Cidadania & Cultura

tirinhas nietzsche

De acordo com Andrew Pessin, em Filosofia em 60 Segundos, muito do que aprendemos sobre o mundo se dá por meio da experiência sensorial.

Isso pode tentá-lo a pensar que no nascimento nossa mente está como uma lousa em branco: vazia de conteúdo, esperando para ser preenchida pelas experiências.

Mas enquanto nosso corpo está realmente nu ao nascermos, nossa mente não está: chegamos a este mundo com um saudável estoque de ideias inatas.

A prova é o fato de que quando adultos somos possuídos por ideias de que a experiência sensorial em si simplesmente não poderia nos fornecer.

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QUANDO O PENSAMENTO É UMA MORADA

Quando o pensamento é uma morada, por Fernanda Carlos Borges

 
          Quando colocamos nossas ideias em palavras agimos como um engenheiro que planeja uma casa segura e também como um arquiteto que projeta nela o prazer estético, pois ninguém vive apenas de segurança… Não moramos apenas dentro de casas, sob os telhados e envolvidos em paredes, também moramos dentro das estruturas formadas pelo que pensamos e há nelas sempre algo de estético: uma determinada sensibilidade, formas de sentir e de perceber. Buscamos abrigo dentro dos nossos pensamentos como nos abrigamos dentro das nossas casas. Quanto mais conseguimos representá-lo em palavras mais abrigados nos sentimos. E como as casas podem ser iguais, semelhantes e diferentes umas das outras, assim também são os pensamentos representados na forma de palavras. Algumas casas são mais fechadas e outras mais abertas, algumas tradicionais e outras modernas, modestas e luxuosas, espaçosas e práticas, excêntricas e básicas. Algumas casas estão sempre abertas para receber os amigos. Outras fechadas para a exclusividade da família. Tem de tudo, assim como há de tudo nas moradas do pensamento. Com frequência sonho com o interior de casas. Os sonhos têm sempre o mesmo padrão: entro em uma casa que é minha e, ao andar por ela, descubro novos cômodos dos quais eu não tinha conhecimento no início. Há uma sensação de aventura ao descobrir estes novos espaços e meus sentimentos são de surpresa e gratidão. Somente agora me ocorre que estes sonhos podem representar as adaptações às novas circunstâncias, como formas de pensar e de agir que se transformam e evoluem, como a casa que cresce. Há em nós, sempre, capacidades latentes e desconhecidas que se manifestam ao longo das exigências da vida. Novas formas de elaborar a ação e a percepção da realidade, e que fomam novas moradas subjetivas. Quando conversamos com os outros é como se estivéssemos fazendo uma visita às suas casas-pensamento. Como se, num outro plano espaço-temporal, estivéssemos simultaneamente visitanto e sendo visitados. Algumas dessas moradas nos parecem hostis, outras confortáveis e ainda outras instigantes. Algumas parecem mal-ajambradas, outras bem planejadas e ainda outras demasiado improvisadas. Dá trabalho transformar pensamentos em palavras. Encontrar as palavras certas é sempre um alívio e não encontrá-las pode ser o início do caos. As palavras são sempre o contorno do pensamento, embora o fluxo do pensamento sempre o ultrapasse. Enquanto as palavras formam a estrutura da morada dentro da qual nos sentimos seguros, o fluxo do pensamento é o que abre as portas e vai á rua suscetível ao inesperado. Quando volta, sendo tocado, quer fazer reformas: trocar cortinas, pintar paredes, consertar as palavras e os conceitos que se deterioraram com o tempo. E assim a construção nunca termina, como nos meus sonhos com casas vivas, quase dançantes. Bem vindos, meus queridos leitores, às constuções das minhas moradas.
 

Stop lecturing China over human rights and start learning Chinese culture, says Jacques

Britain must stop lecturing China over human rights and start learning about Chinese culture or risk being marginalised in the new world order, a leading authority on China has warned.

Speaking at an event in Yorkshire, the author and academic Martin Jacques questioned whether the declining West could “grasp the future” and engage with China, which earlier this year overtook the United States as the world’s largest economy in purchasing power parity.

The shift in global power will have a profound political, intellectual, cultural and moral impact on international affairs, added Mr Jacques.

Mr Jacques said: “Britain is still caught in an obsolescent mindset, where we are still living in a world we are accustomed to rather than a world that is coming into existence.

“This requires a dramatic change in the way in which we think of ourselves and we think of the rest of the world and our place in the world.

“The arguments over Britain’s relationship with the European Union are a sideshow because that’s arguing over the placement of the furniture, it is not arguing about the shape of the house.

“The shape of the house is going to change very profoundly.”

The author of best-selling book When China Rules The World was speaking at an event to commemorate the 10th anniversary of a partnership between Leeds Metropolitan University and the College of Management at Zhejiang University of Technology, Hangzhou, China.

He explained to an audience of Yorkshire business leaders and academics how China, a nation of 1.3bn people, has been through a process of radical transformation since launching a programme of reforms in 1978.

China’s economy has grown at a rate of 10 per cent a year and by 2030 is forecast to be twice the size of the US economy and greater than the US and European economies put together, according to Mr Jacques.

He said Chinese people are very optimistic about their future prosperity, compared to those in the West who are displaying levels of pessimism not seen since the 1930s.

But as China becomes the dominant global player it is a mistake to think it will become more Western, argued Mr Jacques.

“This is own hubris, this is our own arrogance. China is different,” he said.

Instead, the West must work to understand China and its history and culture, he added.

Mr Jacques described China as a “civilisation state” with more than 2,000 years of history, which places great importance on unity, stability and order.

In contrast, the default mode of Europe is fragmentation into lots of nation states, he said. And just because past empires of the West were aggressive and expansionist, it does not follow that China will be the same; Mr Jacques said China has a “stay at home” sense of universalism. He added: “Their attitude is ‘we are the most developed part of the world, our culture and our civilisation is superior to all others so why would we want to step outside China into darkened shades of barbarity?’”

China will seek to exercise its power and influence, but through economic and cultural means rather military or political, he added. As a consequence, for Westerners the world will become increasingly less familiar.

“We have been very privileged. The furniture of the world has been our furniture, our creation. That’s not going to continue in the future,” he warned.

“The question is, can we adapt to this? This is going to be an enormous historical shock.”

In response, Britons should learn Mandarin and political leaders should stop lecturing their Chinese counterparts over human rights and learn about Chinese culture.

– Bernard Ginns

We should welcome China – it is the future

Alas, we remain far too ignorant about the country, too often resorting to cliché

The visit of the Chinese prime minister, Li Keqiang, to London last week is the latest illustration of a huge shift that is taking place in Sino-British relations. On taking office, the Coalition government talked about the importance of emerging markets such as China but did little. Then David Cameron met the Dalai Lama in 2012 and the Chinese put us in the deep freeze for 18 months. But, to its great credit, once normal relations were resumed, the Government lost no time in seeking to place the relationship on a different footing. In Beijing last December, Cameron spoke of Britain and China becoming “great partners”.

 

A month ago, China overtook the US to become the largest economy in the world by one measure. By 2030 it is projected that the Chinese economy will be twice as large as America’s and larger than the European Union and America combined, accounting for one third of global GDP. This is the world that is coming into being, that we must learn to adapt to and thrive in. It is a far cry from the comfort zone we are used to, a globe dominated by the West and Japan: in the Seventies, between them they were responsible for two thirds of global GDP; by 2030 it will be a mere one third.

A trade-dependent island such as Britain must embrace the future, and it is abundantly clear that China is the future. Other European countries, notably Germany, have been quicker to recognise this. Last year our exports to China were worth $10.1 billion, compared with Germany’s $73.4 billion and France’s $19 billion. We have a lot of ground to make up. One problem is that Germany’s manufacturing is bigger and more competitive than ours and produces a range of products, from capital goods to motor cars, that the Chinese crave. But we are beginning to turn the corner; at last we seem to have the right mindset.

The latest slew of agreements shows what China has to offer. BP agreed a deal worth more than £5 billion to supply liquefied natural gas to China. British exports of lamb and beef to China will be resumed after the lifting of a 30-year ban after our BSE outbreak.

It is the infrastructure deals, though, that catch the eye. There is an obvious synergy. Like other Western nations, we are cash-poor and the Chinese are cash-rich and looking to invest. The Chinese, moreover, are the global experts on infrastructure; we have long neglected ours. Chinese financial involvement in the new $16 billion Hinkley Point C nuclear power station, and others to follow, makes total sense. Chinese participation in the development of our high-speed rail system would be a logical step.

The World’s Largest Economy in 2014

 

 

PIB PPP_US_CHINA

According to the International Comparison Programme of the World Bank, later this year the Chinese economy will become larger than that of the United States measured by purchasing power parity. Already, by the end of 2011 it was 87% of the size of the US economy. The United States has been the world’s largest economy since 1872 when it overtook the UK. The Chinese economy had previously been expected to overtake the US economy in 2019, in other words five years later. Despite the bearish sentiments of many western commentators over the years, the Chinese economy has consistently outperformed the predictions about its rise.

website: http://www.martinjacques.com/

Idealismo X Materialismo

“De vez em quando Deus me tira a poesia. Eu olho pedra e vejo pedra mesmo.” (Adélia Prado);
“Uma idéia não tem mais valor que uma metáfora; em geral tem menos.” (Antonio Machado);
E Descartes, que não era essencialmente cartesiano:
“Poderia surpreender que os pensamentos profundos sejam encontrados nos escritos dos poetas e não nos dos filósofos . O motivo é que os poetas se servem do entusiasmo e exploram a força da imagem.” (Descartes, Cogitationes privatae) – A CABEÇA BEM-FEITA, Capítulo 8 pág. 108 – Reforma do Pensamento, Edgar Morin.

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idealismo x materialismo x espiritualismoMaterialismo

Um amigo olhou desaprovadoramente para a comida de Andrew Pessin, autor de Filosofia em 60 segundos. “O que foi?”, perguntou-lhe. “Está deliciosa!” “Não está, não”, ele respondeu. Pessin não continuou essa discussão porque não havia nada a argumentar quanto a isso…

Por que não? Porque o gosto das coisas, como diz a sabedoria popular, é relativo.

Tudo varia entre os observadores:

  1. se dois objetos têm a mesma cor;
  2. se um ambiente está frio ou quente;
  3. se alguém é lindo ou não; etc.

Simplesmente, não podemos dizer que a percepção de alguém esteja correta e que a do outro não está. As características percebidas aqui são subjetivas: não no objeto, mas na mente do observador. Beleza, como se diz, está no olho do observador.

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